Álbum de figurinhas: história e atualizações

No mundo, o hábito de álbuns de figurinhas começou por volta de 1870, como uma espécie de estratégia de mercado de várias empresas, principalmente na Europa, que tentavam se consolidar na venda de diferentes produtos.
No Brasil, defende-se que a chegada dos primeiros álbuns nacionais foi em 1900.
Segundo os historiadores, tratava-se de uma publicação de uma tabacaria. O álbum era pequeno, 60 figurinhas com a bandeira de diversos países.
Mas as figurinhas só foram cair no gosto popular depois do lançamento do álbum de estampas dos sabonetes da então recém-inaugurada Eucalol, em 1925. Foi uma estratégia de marketing da empresa para se fixar no mercado. Quem comprava uma caixa com três sabonetes levava de brinde três figurinhas.
Nos anos seguintes, vieram os famosos álbuns de balas (Balas Futebol, Balas Cinédia, Balas Fruna, Balas Ruth), que fizeram sucesso com o público infantil e, a exemplo do que aconteceu com a Eucalol, alavancaram a indústria de doces. Alguns tinham versões mais complexas, as figurinhas eram adquiridas com a compra de balas e chicletes. Na década de 1930, as marcas ofereciam prêmios para quem completasse uma página do álbum, por exemplo.

Também ficaram famosos os álbuns de figurinhas sobre futebol, mesmo quando o time favorito perdia a partida.

Os álbuns de figurinhas com temas de desenhos animados, bandas e novelas infantis também foram sucesso (eu tinha os meus 🤭😆).

Se você é dessa época, com certeza gostou de conhecer a história dos álbuns de figurinhas.
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